A sociedade maia era marcada por uma hierarquia: no topo estava a família real,os ocupantes dos cargos políticos mais prestigiados e os ricos comerciantes locais. Na camada intermediária, encontram-se outros integrantes do funcionalismo público, os militares de menor patente e os trabalhadores especializados. Por fim, a base de tal sociedade era integrada por trabalhadores braçais e camponeses.
As cidades eram núcleos de decisões políticas e religiosas do Império, sendo governadas por um estado teocrático. Com o passar do tempo, esses centros urbanos se transformavam em centros administrativos, passando a controlar aldeias vizinhas. Esses inúmeros centros urbanos independentes, sustentados por dezenas de aldeias agrícolas ao seu redor, são a base da organização politica da Civilização Maia. Nunca ocorreu a unificação entre as cidades maias. Essas cidades-Estado inclusive, guerreavam entre si, com o intuito de aumentar seu poder de influência e conseguir prisioneiros, que posteriormente seriam escravizados ou sacrificados em rituais religiosos.
A economia era baseada na agricultura , que era feita através de queimadas e rotação de solo. Os principais produtos produzidos eram milho, feijão, algodão, abóbora e tubérculos. Essa agricultura primitiva era praticada as milpas, unidades de produção agrária. Suas técnicas de irrigação de solo eram bastante avançadas. Desenvolveram estratégias muito sofisticadas e grandes obras de engenharia para acumular água, distribuindo-a através de canais que aproveitavam as diferenças da topografia. Para diminuir os efeitos da seca, que durava oito meses, escolhiam a proximidade de lagos naturais ou poços para se instalar. Também praticavam a caça, a pesca e criavam animais para a alimentação.
Sendo portadores de uma vasta cultura material, os maias também desenvolveram uma vasta atividade comercial.
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